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Em aula de campo, estudantes conhecem igreja onde foi celebrada a primeira missa em Cuiabá

Os estudantes também visitaram e conheceram histórias sobre a Salgadeira, localizada em Chapada dos Guimarães
Adilson Rosa | Seduc-MT

Os alunos tiveram uma aula prática sobre o surgimento de Cuiabá - Foto por: Divulgação
Os alunos tiveram uma aula prática sobre o surgimento de Cuiabá
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Alunos da Escola Estadual Juarez Rodrigues dos Anjos conheceram a Igreja de Nossa Senhora da Penha de França, localizada no Distrito do Coxipó do Ouro, em Cuiabá. No local foi celebrada a primeira missa da Capital, em 21 de fevereiro de 1721, pelo padre Jerônimo Botelho.

O grupo formado por 42 estudantes do 2º ano do Ensino Médio também visitou o ponto onde bandeirantes escravizaram índios e o local onde foi encontrado ouro há mais de 300 anos.

O trabalho, que faz parte da proposta pedagógica da Escola, foi desenvolvido pelas professoras Eliana Aparecida da Costa Marques (história) e Michele Cristina Martins Ramos (geografia).

Segundo Eliana, os alunos foram até o Coxipó do Ouro em um ônibus fretado pela unidade escolar e acompanhados também do coordenador pedagógico Valdemar Souza de Almeida.

“Os alunos tiveram a oportunidade de visitar a Igreja de Nossa Senhora da Penha de França e também entrevistaram alguns moradores. Muitos alunos são da região e nem sabem que moram em um lugar histórico. Fomos também na Mutuca, na foz do rio Mutuca, onde houve uma briga entre bandeirantes e indígenas nessa região. Os alunos tiveram a oportunidade de aprender isso em sala e na prática”, ressaltou.

Na sequencia da aula de campo, os alunos foram até a região da Salgadeira, para desmistificar que a região pertence a Cuiabá e não ao município de Chapada dos Guimarães. A professora lembra que procurou deixar claro as questões dos arraiais, pois o primeiro arraial fica no bairro São Gonçalo velho que tem o marco zero e não no Coxipó do Ouro.

A professora Michele trabalhou a questão do Cerrado mato-grossense, fazendo a diferenciação da Savana africana. Com isso, os alunos aprenderam sobre a vegetação local e também do outro continente, que era o conteúdo estudado. “Foi um trabalho muito positivo, pois a prática enriquece e amplia o conhecimento dos alunos”, concluiu Eliane.